Pagamentos através do processo do quiosque de check-in self-service - Lean Hotel System

Pagamentos em quiosques de auto-check-in: opções para os hóspedes pagarem a sua reserva

Quando um hóspede chega com uma reserva confirmada, mas sem pagamento efectuado, Para facilitar o pagamento, o hotel precisa de oferecer uma forma fácil de pagar sem criar filas e fricção. É aqui que entra a abordagem “opções e momentos”: permitir que o hóspede pague antes de chegar (em linha) ou no hotel (no quiosque durante o auto-check-in). Soluções como a POK permitem que estes momentos de pagamento sejam activados num processo guiado, sem que o hotel perca a visibilidade do estado do pagamento.

Neste artigo, a tónica é colocada na experiência do hóspede, mas com a precisão operacional que é importante para as receitas e as operações: o que pode pagar, quando e como, e o que tem de ser claro para evitar problemas.

Pagamento com cartão em quiosque

O objetivo: o hóspede pode pagar mesmo que não tenha pago no momento da reserva.

O cenário é muito comum: as reservas efectuadas através de OTA (por exemplo, Booking ou Expedia) ou reservas direto (automóvel ou telefónico) em que o pagamento está pendente devido a política comercial, condições tarifárias ou preferência hoteleira. Nestes casos, o objetivo não é “complicar” a viagem, mas sim o contrário: oferecer uma pagamento subsequente para completar a reserva e facilitar o check-in.

Do ponto de vista do hotel, isto também ajuda:

  • reduzir o tempo passado na receção,
  • reduzir os erros de recolha devidos à pressa,
  • e chegar ao momento da entrega da chave com o pagamento e/ou a garantia regularizados (se for essa a política do estabelecimento).

Momentos em que o hóspede pode pagar com POK

Para compreender o sistema de uma forma simples, é útil pensar em termos de dois grandes momentos. O importante é que ambos podem ser aplicados quer o hóspede venha da OTA ou diretamente.

Momento 1: pagamento online no Pré Check-in (antes da chegada)

Se o hotel detetar que a reserva está pendente de pagamento, pode automatizar a expedição do processo de pré-check-in e incluir aí a opção de pagamento. Para o hóspede, esta é a forma mais conveniente: recebe a ligação ou acede ao fluxo e paga a partir do seu próprio telemóvel ou computador, utilizando um portal de pagamento virtual.

Na prática, esta opção:

  • reduz as filas de espera no hotel,
  • evita que o hóspede tenha de efetuar o pagamento à pressa à chegada,
  • e deixa o check-in presencial (ou em quiosque) mais “leve”, centrado na chegada e no acesso.

Momento 2: pagamento no quiosque durante o auto-check-in (no hotel)

Se o hóspede chegar com o pagamento pendente, o quiosque pode oferecer o pagamento antes do fim auto-check-in. Normalmente, o fluxo orienta o hóspede para efetuar o pagamento e, uma vez confirmado, continua com o processo (incluindo a entrega das chaves, se aplicável e de acordo com a política).

Do ponto de vista do cliente, é a opção “pagar no destino” integrada no autosserviço: não é necessário passar pelo balcão se tudo estiver a funcionar corretamente.

Opções de pagamento no quiosque: POS físico vs. gateway de pagamento virtual

Quando o hóspede paga no quiosque, o “como” é normalmente resolvido de duas formas. A diferença prática está na interação e nas operações do hotel.

Opção A: pagamento físico POS no quiosque

Este é o modelo mais semelhante a um pagamento presencial tradicional. O fluxo típico para o hóspede é:

  1. Selecione “Pagar agora”.
  2. Inserir, fazer zoom ou passar o cartão no POS físico integrado ou ligado ao quiosque.
  3. Confirmar a operação.
  4. O processo continua (check-in e, se for caso disso, chave).

Vantagens típicas:

  • familiaridade para o hóspede,
  • velocidade no ponto físico,
  • menos passos “digitais” adicionais.

Considerações operacionais:

  • manutenção do hardware (POS, impressora, se for caso disso),
  • protocolo de apoio em caso de erro ou recusa,
  • e a necessidade de que o resultado seja bem refletido no sistema para evitar a dupla cobrança.

Opção B: pagamento através da plataforma de pagamento virtual a partir do quiosque

Neste modelo, o quiosque inicia um pagamento em gateway virtual dentro do processo. Dependendo da implementação, isto pode ser feito diretamente no fluxo do quiosque ou ignorar a confirmação para o ambiente digital do hóspede (por exemplo, instruções para completar o pagamento online e regressar ao processo).

Para o hóspede, a experiência é normalmente:

  1. O quiosque apresenta o montante em dívida e a opção de pagamento em linha.
  2. O pagamento é efectuado na plataforma virtual seguindo as instruções do fluxo.
  3. Após a confirmação, o quiosque permite-lhe continuar.

Esta abordagem pode reduzir a dependência de um POS físico específico, mas exige que o fluxo seja bem concebido para não criar confusão no ponto crítico.

Como o fluxo muda consoante a origem da reserva: OTA vs. direta

A origem da reserva não deve impedir o hóspede de efetuar o pagamento nesta altura, mas pode alterar o que deve ser mostrado com especial cuidado: montante pendente, impostos/taxas, y condições (política, regime, extras).

A prioridade é a coerência: que o total cobrado e o que o hóspede vê sejam coerentes com a sua confirmação, para evitar reclamações.

Caso 1: Reserva por OTA com pagamento devido

O hóspede faz a reserva numa OTA e chega com o pagamento pendente (porque era essa a tarifa ou a política). Nesse caso, o hotel pode:

  • oferecer pagamento em linha no Pré check-in com gateway virtual, ou
  • permitem-lhe pagar no quiosque à chegada (POS físico ou gateway virtual).

Para reduzir o atrito, o hóspede deve identificar claramente que este é o “montante pendente” da sua reserva e ver a repartição antes de pagar.

Caso 2: reserva direta (automóvel ou telefone) com pagamento pendente

Ao vivo, o fluxo é equivalente:

  • pagamento em linha no pré check-in (porta de entrada virtual), ou
  • pagamento no quiosque à chegada (POS físico ou gateway virtual).

A vantagem operacional é muitas vezes o facto de o hotel ter um melhor controlo sobre a comunicação e poder alinhar mais facilmente as condições apresentadas entre a confirmação, o pré check-in e o quiosque.

Que informações o hóspede deve ver antes de pagar (para evitar incidentes)

Quiosque PSP

Uma parte importante do “acerto” é evitar dúvidas e reclamações no momento do pagamento. Antes de confirmar, o hóspede deve ver:

  • Montante total em dívida
  • Discriminação básica: alojamento, impostos/taxas, extras (se adicionados)
  • O que está incluído a tarifa (por exemplo, pequeno-almoço sim/não)
  • Política associada (se aplicável: não comparência/cancelamento associado a esse pagamento)
  • Confirmação final que receberá um vale/confirmação

Não se trata de um bloqueio jurídico, mas sim de clareza operacional: quanto mais compreensível for a acusação, menos trabalho terá a receção.

Mensagens-chave que reduzem a incerteza no momento do pagamento

Exemplos de micro-cópia útil no ecrã:

  • Montante em dívida da sua reserva: X”
  • “Inclui: alojamento + impostos/taxas (ver detalhes)”.”
  • “Impostos locais: X (por pessoa/noite, se aplicável)”.”
  • “Política: condições de cancelamento/no-show associadas”.”
  • “No fim, receberá a confirmação do pagamento

O que fazer se o pagamento falhar: alternativas sem interromper o check-in automático

Quando o pagamento falha, a pior coisa para o cliente é ficar “preso” no quiosque sem opções. Um protocolo simples e orientado para a experiência inclui normalmente:

  • Repetição guiada (uma vez) utilizando o mesmo método.
  • Método alternativooutro cartão no POS, ou repetir o pagamento a partir de um telemóvel, se se tratar de uma porta de entrada virtual.
  • Derivação clara para receção ou apoio (presencial ou à distância).
  • Se a apólice exigir pagamento/garantia: explicar esse facto check-in não efectuado até que o problema seja resolvido, com uma mensagem neutra e não culpabilizante.

Como o pagamento é refletido no sistema do hotel (visão operacional, sem aspectos técnicos)

Após o pagamento, o hotel precisa de o registar para evitar cobranças duplas e para que qualquer turno possa ver o estado real. Em suma, o sistema do hotel deve refletir:

  • pagamento no fólio/declaração de conta,
  • a alteração do estado da reserva, se aplicável (por exemplo, “paga” ou “saldo apurado”),
  • e uma rastreabilidade mínima para o apoio (data/hora e identificador de transação).

É isto que permite que o quiosque seja “verdadeiramente” self-service sem gerar incidentes invisíveis que explodem na caixa.

Perguntas frequentes sobre o pagamento de uma reserva através do quiosque de check-in self-service

O hóspede pode pagar se tiver efectuado a reserva através do Booking ou da Expedia e não tiver pago no momento da reserva?

Sim, se o hotel assim o configurar, o hóspede pode pagar online no Pré Check-in através de uma porta de entrada virtual antes da chegada, ou pagar à chegada no quiosque durante o auto-check-in. No quiosque, o pagamento pode ser efectuado por POS físico ou por gateway virtual, dependendo da opção activada.

A principal diferença é a calendarização. No Pré Check-in, o hóspede paga online antes de chegar, a partir do seu próprio telemóvel ou computador. No quiosque, paga no hotel durante o processo de auto-check-in, imediatamente antes de concluir o check-in e, se aplicável, antes de receber a chave ou o acesso.

Depende da configuração do hotel, mas existem normalmente duas opções principais: pagamento físico no POS (o hóspede paga com o seu cartão num terminal integrado ou ligado ao quiosque) ou pagamento virtual no fluxo do quiosque, seguindo as instruções para completar o pagamento online.

O quiosque pode guiá-lo para completar o pagamento como um passo antes de finalizar o auto-check-in. Uma vez confirmado, o processo continua. Se o pagamento falhar, o fluxo deve oferecer alternativas (tentar de novo ou outro método) e, se necessário, remeter para a receção ou para o apoio para concluir o check-in sem gerar filas.

Idealmente, verá o montante total pendente e uma repartição básica (alojamento, taxas/impostos e extras, se os acrescentar), além de uma confirmação final antes de efetuar o pagamento. Esta transparência reduz as dúvidas e as queixas, especialmente quando a reserva provém de um canal externo.

O fluxo deve permitir tentar novamente uma vez, tentar outro método (outro cartão se for um POS ou completar o pagamento a partir do telemóvel se for uma porta de entrada virtual) e oferecer assistência se o problema persistir. O importante é que o cliente tenha opções claras para não abandonar o processo ou bloquear a transação.

O hóspede recebe uma confirmação ou recibo de pagamento e, internamente, o pagamento deve ser refletido no sistema do hotel (PMS/portfólio/estado da reserva). Esta dupla confirmação - do cliente e operacional - ajuda a evitar cobranças duplas e facilita a verificação do estado em qualquer turno, sem depender de suposições.

Também pode estar interessado em

A adoção de medidas como a iluminação LED, os sistemas de climatização por zonas, os sensores de movimento e a aerotermia podem reduzir o consumo de energia até 40%. Para além de reduzir a pegada de carbono, estas mudanças têm um impacto económico direto.

Investir em tecnologias como os sistemas de gestão de energia (SGE) e a domótica é um investimento estratégico. Os hotéis que o fizeram recuperaram o seu investimento em menos de 3 anos graças à redução dos custos energéticos. Na nossa experiência, a ligação destes sistemas ao PMS permite um maior controlo, relatórios em tempo real e melhores decisões.

Ter certificações como a ISO 50001 ou o rótulo energético europeu não só garante a conformidade regulamentar, como também proporciona valor de marca para os hóspedes que estão cada vez mais empenhados no ambiente.

Empatia: A empatia é fundamental para compreender as necessidades dos clientes, o que, no sector da hotelaria, é essencial para desenvolver relações duradouras e baseadas na confiança. Uma equipa que pratica a empatia está em melhor posição para responder eficazmente às preocupações dos clientes e para oferecer soluções personalizadas que aumentam a satisfação e a fidelidade.

Escuta ativa: Relacionada com a empatia, a escuta ativa permite que os profissionais de marketing captem detalhes importantes das conversas com os clientes. Uma equipa que escuta pode adaptar a sua abordagem e oferecer soluções que respondam verdadeiramente às preocupações dos clientes.

Adaptabilidade no processo de venda

A adaptabilidade permite que as equipas de vendas ajustem as suas estratégias de acordo com as tendências e preferências dos clientes. Num mercado em mudança, é vital que a equipa de vendas responda rapidamente às expectativas dos clientes, maximizando as oportunidades de conversão.

O que é o check-in virtual num hotel?

Deslocar para o topo